O Mercado de Redes Sociais da América Latina e do Brasil

De acordo com a empresa comScore, Inc., líder em medições do mundo digital, “à medida que elas (as redes sociais) se tornam mais e mais adotadas na região e nos vários segmentos demográficos, notamos o quanto elas têm redefinido a maneira com que os consumidores interagem uns com os outros”.

A empresa notou também que “as mídias sociais têm mudado a maneira com que as mensagens de marketing são disseminadas e oferecem um novo canal para se conectar com clientes atuais e potenciais, o que apresenta uma variedade de oportunidades para as marcas que integram efetivamente o social dentro de suas estratégias digitais”.

Foi criado pela com Score um relatório completo sobre as redes sociais na América Latina, que poderá ser lido clicando aqui.

Ainda de acordo com essa pesquisa, até meados de 2011 mais de 110 milhões de pessoas na América Latina visitaram uma rede social, representando 96,0% da população on-line total na região. A comScore constatou ainda que no último ano a audiência das redes sociais na América Latina cresceu 16%, porém o tempo total gasto em sites de redes sociais aumentou 88%.

Resumo das principais constatações da pesquisa

A comScore constatou que os latino-americanos são extremamente participativos nas redes sociais e que as mulheres contabilizam uma parcela maior de tempo gasto com um percentual de 53,6%.

Já no Brasil, as mulheres somaram 58,7% de todo o tempo gasto em redes sociais. Jovens entre 15 e 24 anos envolvem-se mais com as redes sociais e ficam praticamente 50% do total de tempo gasto conectados a elas.

Quanto ao ranking de usuários nas redes sociais, o líder é o Facebook, com 91 milhões, seguido do Windows Live Profile e do Orkut, que visivelmente vem perdendo espaço para o líder.

 

Essas pesquisas são fundamentais para os profissionais de marketing analisarem o perfil do público-alvo das redes e entenderem como atingir os seus consumidores potenciais. Somente esses dados não são suficientes para uma tomada de decisão, mas, no mínimo, permitem uma análise de segmentação por faixa etária e sexo.

Leia também o artigo O jovem brasileiro e as redes sociais.

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